Pessoal, segue uma reportagem que li que mostra para onde está caminhando nossa educação!
Boa Leitura:
Alunos fazem intercâmbio sem sair do país natal TIC Educação | 19/09/2011
A troca de experiências entre jovens que vivem em países diferentes não depende, necessariamente, de proximidade física. É o que o Conselho Britânico tenta comprovar com o programa Connecting Classrooms, um espaço virtual que possibilita que o usuário usufrua da linguagem multimídia e digital para diminuir as distâncias culturais entre crianças e adolescentes de cerca de 135 países. E o ambiente das salas de aula é o objeto a ser lapidado. De fato, a ideia de intercâmbio de conhecimentos teve seu início no Brasil em 2007, com foco em modelos de gestão desenvolvidos a partir da visita de diretores brasileiros e britânicos às instituições educacionais de ambos os países. Naquela ocasião, a iniciativa contou com 25 Escolas públicas de cinco estados brasileiros. Mas a partir daí, quisemos introduzir novas tecnologias nas Escolas, afirma Luciana Brasil, gerente do programa no Conselho Britânico. Em 2009, a instituição elaborou uma plataforma online (http:// schoolsonline.britishcouncil. org/brazil-projects) disponibilizada para professores ealunos e que permite comunicação direta entre os educadores brasileiros e os do Reino Unido. Em parceria com o Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), a Intel e o Instituto Crescer para a Cidadania, o novo formato propõe temas para debate e prazos para produção de materiais multimídia pelos alunos, divididos entre as séries do ensino fundamental e ensino médio. Cada tema tem um mês para inscrição e dois meses para execução. Nos próximos 12 meses, vamos oferecer um total de 15 temas , conta Luciana. Considerando as férias de verão no Reino Unido, o programa recomeçou em 29 de agosto com os temas Aprendendo com as brincadeiras , para estudantes de 6 a 10 anos; Paradas de Sucesso , de 11 a 14 anos; e Jovem Embaixador , entre 14 e 18 anos. A língua oficial e obrigatória do projeto é o inglês. O ensino da língua se torna mais prático e cria a possibilidade de comunicação real com outras pessoas e a certeza deumretorno. Isto é bem significativo para os alunos e os deixa mais entusiasmados com a matéria , afirma Daniela de Bastos da Silva, professora de Inglês da Escola municipal Maria da Glória Veríssimo de Faria, em Itapema (SC). Ela conheceu o programa no ano passado e, entre maio e julho deste ano, coordenou a troca de cartões postais produzidos por 45 alunos da 6ª série. As informações sobre os principais pontos turísticos da cidade no litoral catarinense foram enviadas aos estudantes britânicos. Há mais motivação dos estudantes, que se sentem em contato com o mundo, afirma. Em Brasília, a experiência foi um pouco diferente. Para os alunos de 2º e 3º ano do Centro de ensino médio da Asa Norte (CEAN), a comunicação virtual não conseguiu reduzir as diferenças com o fuso britânico, segundo a professora de Sociologia Mariana Letti. Os alunos ficaram frustrados com o desenrolar do projeto, pois esperavam mais interatividade na comunicação. A plataforma deu poucas respostas, observa.
Fonte: http://www.ticeducacao.com.br/
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